O BI e o poder das marcas

marcas Mais do que um perfil técnico, o profissional de BI que quer se destacar chegando até a posição de arquiteto, precisa entender de negócios. Qual negócios? TODOS.
O arquiteto de BI deve estar apto a ir nas reuniões com os stakeholders e entender do negócio da empesa assim como as informações de valor que deve gerar. E prepare-se, os negócios são os mais diversos e com regras únicas. Portanto, o profissional de BI que quer complementar a sua área técnica com entrega ou negócios deve ter a mente
aberta para entender o que for: Varejo, indústria, serviços, seguros e etc.
A experiência já é um grande facilitador, mas enquanto não se chega lá, abuse das perguntas nas reuniões com os pontos focais. Nunca vi um projeto de BI em que os colaboradores do cliente não estivessem com pressa da entrega, e obviamente, colaborando em fornecer todas as informações do negócio e suas particularidades.

No momento, acabo de saber algo inédito e até então impensável para mim:
Por mais que produtos encalhem e não vendam nada, logistas de algumas marcas como por exemplo Apple ou Prada, são proibidos de baixar o valor de suas mercadorias para queimar o estoque. O prejuízo é acertado entre a empresa revendedora e o fornecedor, que provê uma espécie de crédito, para que a empresa não fique com o prejuízo total
e possa baixar o preço com uma margem bem baixa. O porquê disso? Capitalismo e luxo. Tudo em nome da marca. Quanto maior o preço, maior a qualidade. Na prática funciona como se a própria empresa pagasse no lugar do consumidor, parte da compra de um produto em liquidação. Ruim pra nós, meros mortais, que nunca compraremos produtos de marcas consideradas de luxo a um preço de custo. Melhor para eles que não deixam o seu nome cair no descrédito.